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AS ORIGENS DO SOBRENOME


As origens do sobrenome podem ser classificadas em quatro categorias distintas:

      1. Sobrenomes de origem local (toponímicos ou locativos);

      2. Sobrenomes de parentesco: patronímicos e matronímicos;

      3. Sobrenomes apelativos (vindos de um apelido ou alcunha);

      4. Sobrenomes ocupacionais (derivados da ocupação,
trabalho ou ofício da pessoa)


 Vamos falar mais sobre estas categorias:

1. Sobrenomes de origem local:

Toponímicos: derivam do nome do lugar de procedência de seu  portador inicial.

Locativos: derivam de características topográficas do lugar de
residência de seu primeiro portador.
Ex: Flávio Belmonte (belo monte).

2. Sobrenomes de parentesco:

Patronímicos: derivam do nome pessoal paterno.

Matronímicos: derivam do nome pessoal materno.

OBS.: Na maioria dos países era comum o sobrenome derivar do nome próprio do pai.O sufixo inglês “son”, agregado a um nome, denota “filho de”.

Outros exemplos:
 
Noruega e Dinamarca: “-sen”

Grécia: “-pulor”

Polônia: “-wiecz”

Espanha: “-ez”

Finlândia: “-nen”

Escócia: “mac e mc”
 

Quando um sobrenome inglês termina em “s”, este pode indicar uma pessoa que estava a serviço de outra.
Ex: Parsons foi alguém que trabalhou para o Senhor Parson.
Em outros casos o “s” significava que o marido de uma mulher havia falecido e, portanto, ela era viúva.

3. Sobrenomes apelativos:

São aqueles que geralmente denotam características físicas ou atributos pessoais do primeiro portador a quem ele foi dado.

Ex: Alexandre Costa Curta; José Calvo, João Lobo, etc.

4. Sobrenomes ocupacionais:

Durante a Idade Média a Europa era composta de vilarejos que pertenciam aos senhores. Estas vilas precisavam dos serviços de pessoas para arar a terra, cuidar dos animais, carpinteiros para construir casas e outros. As ocupações descreviam o trabalho desempenhado por cada indivíduo. Quando o escrivão registrava a pessoa em um arquivo, era normal identificá-la por meio de sua ocupação ou trabalho. Os feudos precisavam destas pessoas e de seus ofícios e muitas vezes os filhos continuavam desempenhando as mesmas atividades para os mesmos senhores feudais que seus pais haviam servido.

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